Olá, meus queridos leitores!
Esses últimos dias, escutei de várias amigas e até de desconhecidas, no metrô, no ônibus e no meio da rua, coisas do tipo:
_Por isso que eu não quero mais saber de homem! Mas também não vou virar lésbica! Vou pra um convento!
_Ai, agora eu não me apego mais, agora eu piso, passo por cima!
_Ah, tô muito desencanada de homem... Quero viver pra mim agora!
É engraçado ouvir isso hoje e sentir como se eu tivesse me olhando no espelho há uns anos atrás. Eu falava e repetia sempre as mesmas coisas, do mesmo jeito e com a mesma revolta, talvez até maior! A essa hora, posso ouvir os pensamentos das minhas queridas litoras sussurrando: e não é que é!? rs
Eu pensava igualzinho. E quem não pensaria depois de tantas decepções que a vida traz? Pensava, disse bem... pensava... Mas aí veio a primeira decepção, passou e eu não morri; veio a segunda, passou, e eu continuo vivinha; veio a terceira, passou e eu ainda consigo escrever coisinhas pra vocês... Moral da história? Decepção não mata, ensina a viver! (devo ter lido isso num livro...)